Chegar
Vou até onde a história acontece e fico o tempo que for preciso. Sem carro de reportagem, sem crachá de emissora e sem pressa de fechar edição.


Jornalismo de rua · Rio de Janeiro
Reportagem independente feita na rua, com tempo para escutar e o nome de quem fala. Sem redação, sem patrocinador, sem pauta pronta.
Essa é a parte que não sai no jornal.
Publicado recentemente
O método
Notícia de rua não termina no dia em que vira publicação. O que interessa é o que acontece depois, quando as câmeras já foram embora e a promessa continua no papel.
Vou até onde a história acontece e fico o tempo que for preciso. Sem carro de reportagem, sem crachá de emissora e sem pressa de fechar edição.
Ninguém vira personagem sem saber. Gravo com autorização, mostro o material antes de publicar e respeito quem prefere não aparecer.
Toda reportagem ganha um retorno. Trinta dias depois eu volto ao mesmo endereço para checar o que foi prometido e o que de fato mudou.
08
reportagens em 2026
63
fontes ouvidas
11
municípios visitados
00
patrocinadores
Arquivo de campo

Quem assina
Comecei em 2019 gravando com o celular aquilo que a imprensa regional passava batido. A primeira reportagem foi sobre uma ponte interditada havia quatro anos em um distrito de dois mil habitantes. Ela foi reformada sete meses depois.
Desde então são mais de duzentas matérias publicadas em vídeo e em texto, sempre com o mesmo formato: eu chego, escuto, apuro documento e volto para cobrar o que ficou prometido.
Não tenho patrocinador, partido, nem contrato com prefeitura. Quem sustenta esse trabalho é quem acompanha, compartilha e manda pauta.
Tem uma pauta
Pode ser um bairro sem água há semanas, uma obra parada há anos, um caso que a sua cidade já cansou de esperar. Se tem endereço e tem gente disposta a falar, eu vou até lá.